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Carta aberta aos dirigentes de Futebol

No campeonato brasileiro de 2013, Série A, até a 33ª. rodada, 14 clubes já mudaram sua comissão técnica: Atlético Paranaense, Coritiba, Criciúma, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Náutico, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Paulo, Vasco e Vitória. Na edição de 2012, apenas oito clubes trocaram seu staff.

Somente no primeiro turno do campeonato até a 19ª. rodada, entre os demitidos e os que pediram o boné, tem registradas 23 trocas de treinadores nos 20 clubes que disputam o campeonato, número bem superior a 2012, quando houve 10 trocas de técnicos até a 22ª rodada.

O já rebaixado, o Náutico é o campeão de mudanças. Está com o seu quinto técnico: Silas, Zé Teodoro, Jorginho Cantinflas, Levi Gomes e agora Marcelo Martelotte. Flamengo, Fluminense, Ponte Preta, São Paulo e Vasco, mudaram três vezes de treinador e três deles lutam contra o rebaixamento.

Apenas seis clubes não trocaram de comandante. Entre eles, estão o praticamente campeão Cruzeiro, Botafogo, Goiás, Bahia, Corinthians e Atlético Mineiro, clubes todos fora da zona de rebaixamento e a maioria próximo à faixa da Libertadores.

A alta rotatividade de treinadores também está presente na Série B do Campeonato Brasileiro 2013, onde as mudanças são até bem superiores. Decorridas 34 rodadas, já são 33 mudanças de treinadores, ou seja, praticamente 1 mudança por rodada. O alto índice de troca de bastões é superior ao de 2012, que registrou 18 mudanças no comando técnico a essa altura da competição.

Apenas quatro dos 20 clubes participantes do campeonato permanecem com os mesmos comandantes que iniciaram a Série B: o líder Palmeiras (Gilson Kleina), a vice-líder Chapecoense (Gilmar Dal Pozzo), o Boa Esporte (Nedo Xavier) e o Paraná Clube (Dado Cavalcanti).

Algo está errado na gestão do futebol brasileiro.

Senhores dirigentes de futebol: a tese dos treinadores de que o trabalho a longo prazo é a fórmula para o sucesso está aí comprovada. Já pararam para mensurar o custo direto e o custo escondido da rotatividade de uma comissão técnica e de jogadores durante um campeonato? Implantar uma gestão profissional no clube em todas as suas áreas tem um valor bem inferior a todos estes custos decorrentes de uma gestão ineficaz. Implantar e trabalhar com um planejamento estratégico e orçamentário para um exercício ou para uma gestão de uma diretoria, além de demonstrar ser uma gestão eficaz e transparente, faz o clube ser atrativo e conquistar títulos com equilíbrio econômico-financeiro.

Até quando vai este amadorismo no futebol brasileiro? O clube precisa ser profissional dentro e fora das 4 linhas, sem isto, não adianta falarmos em fair play financeiro, em MP para parcelar as dívidas dos clubes que continuarão insolventes, enfim… Pelo andar da carruagem, é bom que os dirigentes de futebol brasileiros acordem para a realidade dos fatos: ou repensem de forma acelerada seus atuais modelos de gestão ou assistiremos clubes de outros países e de menor expressão dominar o cenário do futebol mundial.



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