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CORINTHIANS: um modelo de gestão profissional para abocanhar títulos

A conquista do título Mundial de Clubes neste domingo coroa o trabalho espetacular feito dentro e fora das 4 linhas nos últimos anos no Corinthians.

Acredito que a grande virada do Corinthians aconteceu ao final do ano de 2007. O clube caía para a segunda divisão nacional, sua maior mancha nos 102 anos de vida e seus dirigentes tiveram vontade política e coragem para mudar a estratégia, escolhendo e decidindo instaurar um novo modelo de gestão no clube, passando a abocanhar títulos e mais títulos.

Neste curto espaço de tempo, o Corinthians obteve resultados expressivos: conquistou a Série B (2008), a Copa do Brasil e Paulistão (2009), Brasileirão (2011), além da Libertadores e do Mundial (2012), sendo também foi vice na Copa do Brasil (2008) e Paulistão (2011).

Dentro desse novo modelo de gerir o clube, várias são as lições deixadas e ações tomadas, vejamos algumas delas:

● Com a desgraça do rebaixamento, o Corinthians usou o mote “Nunca Vou Te Abandonar”; esta ação de marketing elevou a autoestima do torcedor e foi a parceria definitiva selada entre o clube que se organizou para explorar a maior força que existe no futebol: a paixão de milhões de pessoas, seus torcedores;

● Com o acesso garantido à elite, em 2008, o clube teve outra ação de marketing sensacional: a contratação de Ronaldo, fenômeno de mídia, de investimento e decisivo em campo;

● Com a presença de Ronaldo Fenômeno, o Corinthians passou a fechar grandes patrocínios e já figura entre os 15 clubes mais ricos do mundo, avaliado sua marca em R$ 1 bilhão;

● Várias ações criativas e alternativas de marketing, com foco no institucional e no social, fortaleceram a marca do clube, consolidaram parcerias com mega patrocinadores que permitiram manter e melhorar a qualidade da equipe de jogadores;

● A implantação de um modelo de governança corporativa com a preparação de dirigentes sucessores e a contratação de gestores profissionais, aplicando uma correta gestão operacional e financeira;

● A decisão do mandatário Andrés Sanchez em segurar o técnico Tite no comando técnico após queda para o Tolima no começo de 2011, trouxe segurança e consistência no grupo de atletas, gerando excelência na execução dos trabalhos; esta atitude abriu uma possível nova relação mais estável entre clube e técnico no futebol brasileiro;

● O arrojo e a determinação dos dirigentes em buscarem parcerias e incentivos fiscais para construírem seu próprio estádio, o que certamente aumentará ainda mais a quantidade de novos torcedores e investidores.

Como se vê, o futebol não aceita mais amadorismo, o clube precisa ser profissional dentro e fora das 4 linhas.

Definitivamente o Corinthians aprendeu a ligar emoção (torcedores) e razão (investidores), receita ideal para a conquista de títulos e equilíbrio econômico-financeiro do clube.

Pelo andar da carruagem, os demais clubes brasileiros terão que repensar de forma acelerada seus atuais modelos de gestão, ou terão que assistir o Corinthians dominar o cenário do futebol brasileiro e ser um dos grandes no cenário internacional.



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