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Gerson Camarotti






Gerson Camarotti

Comentarista politico da Globo News e repórter especial do jornal das dez

Também faz parte do time de comentarista do programa GLOBO NEWS EM PAUTA.

Desde 2012 é o titular do Blog do Camarotti no G1, o portal de notícias da Rede Globo,Escolhido pela segunda vez entre os mais admirados jornalistas brasileiros, em 2015, foi top 50 do prêmio  e top no Regional Centro-Oeste.

Jornalista formado pela Unicamp-Pe ( Universidade Católica de Pernambuco)com pós-graduação em ciência política pela UNB, É autor do estudo - A ESTRATÉGIA POLÍTICA DO VATICANO para uma reaproximação com a América Latina, de 2008 em que faz uma radiografia das relações entre a Santa Sé a Igreja no continente.

Em 2013, foi enviado a Roma pela Globo News  para cobrir o conclave que elegeu o  Papa  Francisco.
Fez a primeira entrevista exclusiva do Papa Francisco, durante a visita do Papa no Rio de Janeiro, para a  Jornada  Mundial da Juventude. A entrevista recebeu os prêmios Globo de Jornalismo Clara de Assis, da CNBB e São Sebastião na categoria comunicação.

Está em Brasília desde 1996, onde passou pelas sucursais das  revistas O GLOBO, O ESTADO DE SÃO PAULO e CORREIO BRASILIENSE.

Camarotti começou a carreira no Recife, no início dos anos 90, onde passou pelas redações da Rede Globo Nordeste, Diário de Pernambuco, Rádio Clube, sucursal da Revista Veja, além de ter integrado o time de jornalista que participou da fundação da  Rádio CBN na cidade, em 1994.

Em 1996, foi para Brasília, como repórter da sucursal da revista Veja, onde permaneceu até 1997.Pela revista cobriu o Massacre de Eldorado dos Carajás e foi autor das entrevistas com os escritores Ariano Suassuna e Raquel de Queiróz para as páginas amarelas. Ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo, com a reportagem Mortes Silenciosas, sobre a tragédia da hemodiálise em Caruaru-Pe.

Depois seguiu como repórter especial e colunista interino do Correio Brasiliense, onde atuou até 1998.Na ocasião, fez uma das últimas entrevistas com o poeta João Cabral de Melo Neto para a série A ARTE DE ESCREVER,

No mesmo ano foi para a sucursal de O Estado de São Paulo, como repórter especial e colunista.Pelo jornal ganhou os Prêmios Icatu de Jornalismo Econômico e Fiat Allis, Deixou o Estadão em 2001, para ser editor de política da revista Época em Brasília, cargo que ocupou até 2003

Ainda naquele ano, seguiu para a sucursal de O Globo, como repórter especial de política, onde ficou até março de 2012, quando passou a se dedicar exclusivamente como jornalista da Globo News, canal de noticias onde já atuava como comentarista político desde 2008.

Publicou o livro Memorial do Escândalo da editora Geração Editorial em parceria com Bernardo de La Penã, também de  O Globo na época. A obra revela os bastidores do escândalo do mensalão, em 2005.

Em agosto de 2010, integrou o grupo de jornalista que fundou o Globo News em Pauta. Participou da primeira edição do programa.

Com sua experiência na cobertura de Política em Brasília, lançou em maio de 2012 o Blog do Camarotti pela G1, com o slogan É Exclusivo. É direto de Brasília. E está nos corredores do Poder. Neste mesmo ano, passou a desenvolver uma nova linguagem para cobertura de bastidores, com o uso de celular para as reportagens exclusivas feitas para o Jornal das Dez.

Também se especializou na cobertura de temas ligados ao Vaticano. Em 2013, publicou o livro Segredos do Conclave, com revelações inéditas da eleição do Papa Francisco. Ao ler o livro o próprio Papa comentou :  Eu pensei de onde é que tira tanta informação esse homem?. O livro foi finalista do Prêmio Jabuti, de 2014. O prefácio da obra é do escritor Ariano Suassuna .

Antes mesmo do conclave, o Vaticanalista espanhol Juan Arias, já havia registrado sobre a cobertura de de Camarotti em reportagem no EL PAÍS. Gerson Camarotti, jovem informador político de la rede Globo, ... ya dado pruebas en el pasado de tener informaciones obtenidas de primeira mano de importantes cardenales brasileños. Foi uma referência a reportagem de 2005 do jornal O Globo, que revelou  a articulação para a eleição do Papa Bento XVI, que teve ampla repercussão internacional.

Em sua coluna no Jornal O Globo de 16 março 2013, o jornalista e escritor Zuenir Ventura, escreveu sobre a cobertura do conclave feita por Camarotti.O conclave dos cardeais talvez seja o único lugar da terra onde se guarda segredos.Parece milagre conseguir evitar vazamentos de um evento que junta 115 pessoas, é assediado pela imprensa do mundo todo e não deixa escapar, antes da hora o que foi discutido secretamente.

Graças a isso - segue Zuenir, desmoralizou-se a capacidade de previsão dos vaticanalistas, jornalistas, analistas e bolsas de apostas, que não desconfiaram que o argentino pudesse ser um forte candidato a suceder Hatzinger, de quem já fora o principal opositor em 2005, A exceção foi o repórter Gerson Camarotti, da Globo News, que apontou Jorge Mário Bergoglio como papável, quando apostava no italiano Ângelo Scola e no brasileiro Odilo Scherer.

Sobre a entrevista exclusiva com o Papa Francisco, o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, registrou em sua coluna no jornal  Folha de São Paulo no dia 30 de julho de 2013: Muito boa, antológica, a entrevista que o Papa Francisco concedeu a Gerson Camarotti, merecedora de um prêmio especial por vários motivos, pelo entrevistador e pelo entrevistado.Há 2.000 anos, são raríssimos as entrevistas pessoais com os chefes da Igreja Católica. Não havia veículos de transmissão e quando surgiram jornais, revistas, rádios e tv, continuavam raríssimas.

Escolhido pela segunda vez  entre os mais admirados jornalista brasileiros.Subiu de posição em 2015 e TOP 50 do prêmio.Antes foi TOP 100. No ano ficou também em 5º lugar entre os TOP 10 da Regional Centro-Oeste.

Em 2015 fez um trabalho histórico, Idealizou e dirigiu o documentário Morte e Vida Severina - 60 anos depois, ao lado da jornalista Cristina Aragão, que foi lançado no Festival do Rio e exibido na Globo News.A equipe de gravação contou com a produção executiva de Murilo Salviano, fotografia de Sandiego Fernandes e som de Edson Vander Simpsom.Sobre o documentário, a jornalista Patrícia Kogut escreveu em O Globo que o resultado é comovente e elucidador.Em sua crítica no UOL, o jornalista Maurício Stycer escreveu: Narrado pelo ator Jesuíta Barbosa, que lê trechos do poema de Cabral, Morte e Vida Severina - 60 anos depois resultou num program muito bem acabado, sensível e, apesar de triste com imagens de muita força.

Camarotti refez o percurso e acreditou o sucesso do projeto à parceria com Cristina Aragão e ao envolvimento e dedicação de toda a equipe.Não queríamos retratar só a morte e a Cristina buscou aq vida o tempo todo, conta.E no - trajeto do sertão até os mangues do Recife - fomos surpreendidos pela vida.O documentário Morte e Vida Severina - 60 anos depois pode ser assistido no Globo News Play.

Outra opção é acompanhar as impressões sobre o documentário postados pelas equipe na pagina especial da GloboNews.

Ainda em 2015 o documentário recebeu o Prêmio Aberte. Neste mesmo ano, Camarotti também ganhou o Prêmio Engenho, na categoria Jornalista do Ano. Também foi agraciado com o Prêmio Roberto Marinho do Mérito Jornalístico, concedido pelo Senado Federal, em sua primeira indicação.

Temas de Palestras:

A Conjuntura  Politica e Suas Implicações Para Economia 

Tipos de Trabalhos:
- Jornalistas
- Moderador de Debates
- Política
- Economia Cenário Nacional e Internacional 



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