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Delfim Netto






Delfim Netto

Antônio Delfim Netto é economista, professor universitário e político brasileiro. Professor emérito da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, onde fez sua carreira acadêmica, tornou-se professor titular de análise macroeconômica em 1983.
Menino nascido no Cambuci, bairro industrial e de classe média de São Paulo, foi contínuo da fábrica de sabonetes Gessy e conseguiu se formar em Economia pela USP.

Vida profissional

Depois de formado, foi contratado como assessor da Confederação Nacional da Indústria onde tomou contato, pela primeira vez, com as estruturas do "Poder".

Participou do Conselho Técnico de Economia Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo. Atuou também na Comissão Interestadual da Bacia Paraná-Uruguai do Conselho Universitário da USP no Conselho Nacional de Economia.

Participou do Grupo de Planejamento do governo Carvalho Pinto e do Conselho do Fundo de Expansão da Indústria de Base de São Paulo. Entre 1966 e 1967, Delfim Netto foi secretário de Fazenda em São Paulo[1], no primeiro governo Laudo Natel.

Em 1967 Delfim foi convidado por Costa e Silva para ocupar o cargo de Ministro da Fazenda.

Durante o regime militar, entre 1967 e 1974, nos governos Costa e Silva e Médici, foi ministro da Fazenda e, no governo do presidente João Figueiredo, foi sucessivamente Ministro da Agricultura em 1979, Ministro do Planejamento entre 1979 e 1985 e embaixador do Brasil na França. Após a redemocratização do Brasil foi eleito cinco vezes consecutivas deputado federal.

Foi o ministro da Fazenda que presidiu o período do maior e mais longo crescimento anual do PIB da história brasileira, o qual ficou sendo conhecido como o Milagre Econômico.

Em 2005, abandonou o Partido Progressista e ingressou no PMDB, o que gerou protestos da base peemedebista, em parte pela forte ligação de seu nome com a ditadura militar.

Milagre econômico

Durante o período no qual Delfim Netto ocupou a pasta da Fazenda ocorreu o chamado "milagre econômico brasileiro". Naquela época foi executado um forte controle dos salários - que ficou conhecido como "arrocho salarial" - e dos preços de todos os produtos industrializados.

Política Fiscal

Visando um aumento na arrecadação do imposto de renda para financiar parte dos investimentos executados pelo Estado no salto desenvolvimentista do Brasil durante o regime militar, Delfim Netto se empenhou pessoalmente para que houvesse uma maximização da produtividade da máquina fisco-tributário.

Exerceu um forte controle na difusão tributária, ampliando assim quantidade de contribuintes através da geração de incentivos fiscais e ao mesmo tempo aumentando progressivamente a arrecadação do imposto de renda reduzindo assim na mesma proporção a cobrança do IPI. Com estas medidas houve uma redução da carga tributária do cidadão comum, porém um aumento substancial do recolhimento de impostos através da criação de taxas e contribuições obrigatórias.

Política monetária

Para o controle estreito da inflação, as bandas de crescimento e realimentação inflacionária foram redimensionadas com a criação de mecanismos de controle e neutralização através da realimentação negativa gerada pela nova correção monetária. Estes mecanismos procuravam manter o equilíbrio entre os créditos externo e interno.

Política cambial

Com a constante centralização econômica e interferências ocasionadas pelos mecanismos de realimentação negativa, houve a introdução da taxa flexível de câmbio, que ocasionou a formação de patamares de reservas em divisas, compra e venda de moeda para controle do câmbio.

As compras/vendas de moeda procuravam regular o mercado cambial minimizando assim os efeitos de alterações cambiais sobre o mercado interno.

Cargos

Como ministro da Fazenda, Delfim Netto acumulou muitos cargos além de ser presidente do Conselho Monetário Nacional e da Comissão de Programação Financeira, foi membro do Conselho de Segurança Nacional e Conselho Interministerial de Preços.

Também exerceu o cargo de governador pelo Brasil do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Participou da direção do Banco Interamericano de Desenvolvimento e Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento.

Foi embaixador do Brasil na França entre 1975 e 1978, retornando, em 1979 foi ministro da Agricultura e nomeado também ministro-chefe da SEPLAN (Secretaria de Planejamento da Presidência da República).

Atualidade

Delfim tem seus artigos constantemente divulgados pela mídia nacional, e assina a coluna Sextante na Revista Carta Capital.

Reeleito cinco vezes consecutivas deputado federal, não foi reeleito no pleito de 2006.

Após a reeleição de Lula, em 2006, Delfim tem-se dedicado a tomar café com o presidente com bastante freqüência, o que gera especulações de que estaria agindo como um "conselheiro econômico" de Lula, ou até sendo sondado para ocupar algum ministério ou a presidência do BNDES. [4]

Temas das Palestras

As palestras de Delfim Netto abordam com propriedade temas como cenário nacional e internacional economia agrícola, macroeconomia, tendências e perspectivas em economia e política.

Reverenciado pelos que o consideram um personagem incomum da política brasileira, de singular inteligência e perspicácia, ou olhado com certo desdém pelos que, na Academia, o vêem com excesso de pragmatismo e pouca ortodoxia, uma coisa é certa: Delfim é, hoje, ouvido pelo que diz de sério e por suas tiradas impagáveis.

* Economia e Política - Cenário Nacional e Cenário Internacional

* Macroeconomia e Tendências

* Realidade Econômica Brasileira e Oportunidades




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